O selo, que nasceu há seis anos numa garagem, fechou um contrato de distribuição com uma gravadora internacional. O acordo não envolve compra de catálogo: a gestão artística continua com os fundadores.
Na prática, a gravadora passa a cuidar da distribuição física e digital fora do Brasil, além da negociação com playlists editoriais em outros mercados.
O que muda para os artistas
Para os oito artistas do selo, a principal mudança é o alcance. Os contratos individuais não foram alterados, e cada artista mantém a porcentagem que já tinha sobre os próprios lançamentos.
O movimento acompanha uma tendência do mercado: selos pequenos com público fiel virando parceiros de estrutura grande, sem abrir mão da independência criativa.


